Embaixador da China visitou UAlg pela segunda vez para reforçar relações de cooperação

22/10/2019

Embaixador da China visitou UAlg pela segunda vez para reforçar relações de cooperação

O embaixador da China em Portugal, Cai Run, visitou, no dia 22 de outubro, a Universidade do Algarve. Esta segunda visita pretendeu “reforçar a cooperação já existente na área da investigação marinha e alargar esta colaboração a outras áreas, como o Ensino e a Transferência de Tecnologia”.

Depois de ter sido recebido pelo reitor da UAlg, Paulo Águas, Cai Run agradeceu a “boa receção” e recordou a sua primeira visita à UAlg, em 2016, incluindo o Centro de ciências do Mar (CCMAR), mostrando-se impressionado com “o grande progresso da Universidade nos últimos anos nas áreas do Ensino e da Investigação”. O embaixador felicitou o reitor pelas parcerias estabelecidas com outros países, pelo número de alunos internacionais, pela “muita vida” que observou no Campus e pela cooperação e relações com a China que estão, cada vez mais, reforçadas”.

Além da forte colaboração já estabelecida com a Shanghai Ocean University (SHOU), na área da investigação marinha, o embaixador lembrou que existe uma enorme vontade de alargar e estabelecer parcerias com outras universidades chinesas. A Academia de Ciências da China tem 100 institutos, sendo que 10 são ligados ao Mar.  

No que diz respeito ao relacionamento bilateral, Cai Run considera que a UAlg pode “desempenhar um papel de liderança na cooperação marítima entre a China e Portugal”. O embaixador realçou ainda que a "esta Universidade tem contribuído muito para a cooperação marítima entre os dois países”.

O embaixador mencionou os acordos de cooperação assinados pelos Ministérios que nos dois países tutelam a Educação e Ciência, no sentido de incentivar parcerias, tais como projetos conjuntos de investigação e demonstração, intercâmbio de pessoal e atividades de transferência de tecnologia com vista à comercialização conjunta dos resultados de I&D.

Atualmente encontram-se na UAlg estudantes de 86 nacionalidades, sendo que 20 são oriundos da República Popular da China. Para Paulo Águas o caminho já se iniciou, mas “no futuro este relacionamento irá ser reforçado porque só através da cooperação se pode criar e partilhar mais conhecimento para construir um mundo melhor”.

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